A declaração mais polêmica de Edu Falaschi

Minutos após a apresentação da banda ALMAH durante o festival Dia do Metal – ainda nos camarins  do Carioca Club em São Paulo – o vocalista Edu Falaschi concedeu uma entrevista exclusiva para o ROCK EXPRESS que acabou se tornando um desabafo e uma polêmica declaração da sua indignação com o cenário do Metal Nacional, como uma coragem que poucos tem!

Confira no video a entrevista completa e sem cortes. Enjoy it

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  • Lucas D

    Todo mundo depois de um tempo, escutando música gringa, de fora, ai depois começa a se perguntar porque não existem bandas nacionais, não sei o que, nunca viu uma banda nacional de metal, o cara ta certo, ninguém apóia a música daqui, se surge uma banda ai fora, rapidinho faz sucesso aqui no Brasil, agora uma banda brasileira demora uma eternidade pra fazer sucesso dentro do próprio Brasil, o que deveria ser mais fácil, porque é do próprio país deveria ser mais fácil de chegar no ouvido do pessoal que ouve metal, e as gringas chegam mais rápido que as brasileiras, depois ainda perguntam porque é difícil uma banda nacional fazer sucesso tanto aqui quanto lá fora

  • Gabriel Soares’

    concordo com o cara se eu morasse numa capital como sao paulo faria o maximo pra poder ir a shows de bandas brasileiras a vdd e q nos estamo tao decepcionados com td q ocorre no cenario nacional ki desvalorizamos kem n podias desvalorizar. Edu concordo contigo, ha uma grande desvalorização no cenario do metal nacional

  • Leandro D.

    Só tenho uma coisa a dizer pra quem ainda curtiu a declaração desse cara: Merecem mesmo um otário como idolo! O cara chama seus próprios fãns de “chupa rola”, desrespeita seus fãns que elogiam-no via facebook, tudo sem nenhuma razão. Todo brasileiro tem o direito de escolher em qual show ir e ninguem deve satisfação a nenhum outro músico que foi preterido, ninguém tem culpa de a maioria das pessoas preferirem lotar um show ou festival gringo seja por sua popularidade ou por sua competencia musical. O que com certeza não esta certo é um músico de uma banda com grande reconhecimento no cenário nacional agir de forma impulsiva e infantil, desmoralisando seus próprios fãns sem o qual toda a banda do Angra e seu ridículo vocalista de minimilizado atributos musicais não teria valor algum no ambiente brasileiro da Rock.

  • Diego

    não tinha visto os posts acima mas o amigo bruce mattias disse tudo, principalmente no segundo paragrafo do texto, gostaria de lembrar que em 2003 o sr. falaschi estava vendo o mesmo iron maiden que eu no pacaembu, portanto, chupa um rolinha tb…

  • Diego

    Desabafo de puta triste, se eu não curto detrminada banda não vou ao show e ponto final, num é só pq é brazileira que eu vou… shaman novo é uma bosta, fato.
    não vou mais em shows gringos pq acho um abuso o preço dos ingressos, agora dizer que só angra e o morto sepultura são as bandas de maior destaque é prepotência demais, não adianta querer viver de passado, qdo o sepultura lotava estadios e o angra tb.
    eu sempre fui a favor do metal nacional, mas só vou em shows de bandas que gosto.

  • http://www.ricardolinassi.com Ricardo Linassi

    Já expressei minha opinião sobre o assunto nas redes sociais. Mas meu motivo aqui é saber se alguém conhece a música/vinheta do Rock Express, que aparece no início e final do vídeo. Alguém? Obrigado.

    • Edu Lawless

      Ola Ricardo. A trilha da vinheta é uma versão da introdução da música Killer do KISS do album Creatures of the Night. Essa versão foi executada por um guitarrista amigo meu – Fabio Piúma. Gde. Abç!

  • daniel machado

    também to com o edu.Esses caras que são contra,são os mesmos ”filhos das putas”que gostam de lotar show gringo

  • Bruce Mattias

    Cara, eu ia escrever o maior post aqui, mas a turma já disse tudo.

    É hipocrisia falar de “cena do metal” nacional e de prestigiar as bandas brasileiras em um país onde o metal não nasceu. Os maiores e mais lucrativos shows de Angra e cia sempre foram no exterior. O Angra começou fazendo sucesso no Japão antes de ser reconhecido aqui, é fato, não estou inventando. O Brasil NUNCA teve “cena de metal” do jeito que o Falaschi coloca. O

    É hipocrisia chamar seu compatriotas de “chupa rola dos gringos” quando você toca um estilo que nasceu no país dos gringos usando o idioma dos gringos e imitando os gringos em tudo.

    É anti-patriótico chamar os compatriotas de “burros”, “cuzões”, “chupa rola de gringos”. Como é que o Falaschi dá uma bichada danada daquela e faz a mesma coisa de que ele tanto reclama? Vai ser contraditório assim no inferno.

    Se o Falaschi quer vender CD’s, vá tocar axé. Se bem que nem a Ivete está vendendo tanto quanto antes. Como foi dito num post realista de um colega acima, é um problema da indústria musical. Deixe de olhar apenas para o seu umbigo, Falaschi.

    Deixe de ser chorão. Deixe de querer abraçar o mundo com as pernas, tocando em 30 bandas ao mesmo tempo e fazendo uma porcaria de trabalho em cada uma, subdividindo o seu talento.
    Concentre-se em um projeto e ponha sua energia nele, faça um trabalho de qualidade e colha os frutos. Jamais ponha a culpa dos seus fracassos nos outros.

    Dalton Barroso, Miguel Nicolelis, Mário Sérgio Cortella, Marcelo Gleiser, Sidarta Ribeiro e vários intelectuais brasileiros de verdade ( não há como citar todos, pois são muitos) desprezam aqueles que afirmaram em posts aqui que o Brasil é país de gente burra, POR NÃO SE SENTIREM OBRIGADOS A GOSTAR DE ALGUMAS BANDAS NACIONAIS, PRINCIPALMENTE DE METAL.

  • Matheus

    Agora que a galera vai MESMO no show dele! hahahaha

  • anonymus gourmet

    Vai se fude tu paquita

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100000199203856 José Antonio Teodoro

    Sabe Edu ,
    Não sou nenhum “expertise” em psicologia,mas,acho evidente que quando você pretende convencer alguém de alguma coisa , começar por tratá-la com “chingamentos” , “ofensas”
    e “escárnio” ,vai com certeza , destruir qualquer argumento que você queira usar…tendo você razão ou não…
    Fico pensando,e me preocupo,se daqui á alguns anos,quando você estiver repreendendo seu filho por ele ter feito algo que lhe deixou puto , se sua forma de ensiná-lo a não errar mais da mesma forma ,será assim ,de maneira tão agressiva e destemperada!!!!
    A arte do convencimento vem não só pelo exemplo , pela lógica, postura , elegância na abordagem do tema e credibilidade , mas também (e principalmente) pela demonstração de “respeito pela opinião contrária”.
    Com certeza o tempo e a experiência te darão a maturidade para entender isto…
    Na verdade tu cometeste o mesmo erro do “Portnoy”,que tratou de questões internas de sua antiga banda,de maneira pública,amadorística e precipitada,em momento de conflito de sentimentos,e depois ficou se queixando de ser mal compreendido.
    Melhor teria sido o resultado,se você e seus amigos levantassem esta bandeira daqui pra frente em entrevistas e shows de maneira mais inteligente,em desviar o “foco” da “música”,coisa que temo que possa ocorrer agora…
    Te perdôo por ser humano,mas vê se aprende com os erros !!!!
    Imagine se em todo e qualquer debate , na rua , na política , em casa , na tevê , etc , entre pessoas de opiniões contrárias ,você fosse ofensivo e sarcástico desta forma!!!???
    Te falta um pouco de conhecimento da biografia de milhões de bandas nacionais ,que passaram por coisas muito piores que a sua,e nem por isto partiram para a baixaria que tu fizeste..
    Milhões de bandas literalmente “faliram”,ou se desiludiram pela falta de apoio,etc..
    Isto não é um privilégio seu e de seus amigos.
    E olha que posso falar com autoridade,pois sou baterista e já dividi o palco anos atrás com minha banda “Sabotagem” (mais uma com este nome!!),com “Salário-Mínimo”,”Antro”,”Chave-do-Sol” “Harpia”, “Viper”, e tantas outras,toquei nas antigas “Fofinho” , “Ledslay” , “Lira Paulistana “, tive matéria em destaque em revistas de rock que infelizmente nem existem mais etc,etc,etc….
    Pese um pouco mais,e perceba sua responsabilidade como formador de opinião,e não desdenhe por irem “apenas trezentos pagantes” no teu show,não menospreze teus fãs que te elogiam no tweeter,ou qualquer outro veículo,não ensine teus adimiradores á serem desrespeitosos com opiniões contrárias,não faça gestos obscenos em público, apenas “TRABALHE” ,”TRABALHE” , “TRABALHE” , “TRABALHE”…Isto sim é uma atitude verdadeiramente rocker!!!!
    Tenho muitos outros toques que poderia te dar,mas o tempo….Boa Sorte Menino!!
    jantonioteodoro@bol.com.br

  • http://www.twiter.com/lpguedes_ Lucas

    Na minha opinião, banda que tem nome em inglês, canta em inglês, porém é daqui do Brasil é tuuuuudo paga pau e só canta em inglês pra “tentar” fazer dinheiro.

    Se o metal brasileiro tá “morrendo”, é culpa única e exclusivamente dos próprios músicos e de quem os administra.

    Há um comentário logo acima que diz que é um absurdo banda autoral abrir show de banda cover. Que é, é sim sem dúvida! Porém, há de se analisar o seguinte: o cover a gente sabe o que vai tocar e se for cover fiel, como vai tocar. O público gosta do que já existe e é conhecido. Logo, esse público investe comprando entradas para o show cover pois sabe que ali com certeza vai tocar música x, y e z. Já com bandas autorais isso não acontece com facilidade, ainda mais se não for realmente conhecida daquele público, justamente pois esse público não sabe o que vai tocar então não investe o mesmo que investiria num cover.

    O ponto à se chegar é: como fazer tal música chegar ao público de forma que fique conhecida e com isso gerar renda para eles? A resposta é: Investimento.

    Utiliza-se apenas da internet para divulgar uma banda em grande escala ao meu ver é um ERRO grosseiro pois com internet você só precisa de um belo site, um bom MySpace, e demais redes sociais… Só que é como dizem… a melhor propaganda é o próprio cliente ou seja… eles (banda) precisam APARECER! Tocar em lugares pedindo pouco cachê mesmo! Serem simpáticos ao público!

    Pq vocês acham que todos gostam dessas duplas sertanejas aí… dos Michel Teló e Luan Santana da vida… Indo pro lado do futebol, do Neymar que joga menos que o Messi mas vai ganhar igual agora e JOGANDO NO BRASIL… Pq será?? Pq eles são simpáticos ao público!! Conversam, muitas vezes escutam… São bem-vistos pela mídia… São mais comercializáveis que esses metaleiros aí que querem colocar banca em tudo, metem óculos escuros na cara, baixam a cabeça e PICAM A MULA logo após se apresentarem…

    É isso.

    Abraços

  • Sildomar

    Edu Falaschi é um cuzão, passou vexame naquele show de merda que o Angra fez no Rock in Rio, o cara tava a desafinação em pessoa e queimou a banda, fora a própria imagem dele, vô aproveitar a deixa também e fazer meu protesto, pô mulekada para de levar tanta câmera em show e vão na intenção de curtir mais, tá perigoso na hora de maior empolgação o cara levar uma porrada no braço e perder a supermegacâmera dele, aí vai quere reclamar e vai sair confusão ao invés de todo mundo curtir na boa e ir pra casa tranqüilo satisfeito em ter aproveitado ao máximo o show que pagou pra ver.

  • Marcel Inhauser

    Minha opinião:

    O argumento do Falaschi só se aplica corretamente a uma “pessoa brasileira fã de metal” – hipotética, real, imaginária, verde, etc – que pensasse da seguinte maneira:

    “Olha sóóóóó, Almah! Som bacana, grande som! Meu amigo me mostrou e o som dos caras é bom, fera mesmo! E vão fazer um show na semana que vem, no dia do Metal, custa 40 contos o ingresso. Mas, pensando bem, não vou não… pois preciso economizar grana para ir ao show do Guns n Roses, que eu acho uma merda atualmente, tá uma bosta a banda, mas é o Guns n Roses!!! Preciso ir!!!”

    Cabe à galera no tópico opinar se esse tipo de pessoa existe em número considerável ou não, se influi estatisticamente no “mercado” ou não a ponto de ocasionar o efeito “gringos-lotam-brasileiros-desbotam”, ou se é o fator majoritário nisso. Pois, se existirem, o Falaschi está SIM certo no endereçamento do seu desabafo ***A ESTAS PESSOAS***, pela atitude hipócrita delas.

    Para outras, não se aplica. Nem pode se aplicar. As pessoas são diferentes. A Constituição garante o direito inalienável dum cidadão SÓ gostar de Metallica, e garante a ele o direito inalienável de SÓ gastar mil reais com um show do Metallica na pista VIP, de ouvir qualquer banda – brasileira ou de Marte – e dizer “que bosta, prefiro Metallica”, de não querer saber de outra coisa a não ser do Metallica. Ele tem esse direito, Falaschi – por mais que isso resulte em foder você ao não tornar esse fã parte da sua base de renda, por mais que isso me foda ao fazer com que esse fã contribua para o fato de EU Marcel não conseguir viver de música, que é a coisa que eu mais adoraria.

    Até porque a recíproca é verdadeira para bandas de qualquer nacionalidade: tive banda de progressive thrash anos atrás e abrimos um show grande em São Caetano para o Tuatha de Dannan. Tinha nego do estado inteiro lá pra ver os caras, pra muita gente era a melhor banda da atualidade, da história etc (muita gente se identificou a fundo com o estilo de metal celta neo-hippie etc deles, não achou nada com aquele nível de qualidade e isso causou esse efeito) e não era uma banda de megastars.

    Além disso, pra finalizar:

    – o Daniel Junior (autor de um outro posto sobre o tema no Whiplash) está sim certo num ponto: o Brasil é um país de gente burra! Ponto! É triste, caro Falaschi mas, caso isso o incomode tanto, Congonhas é sua única saída dessa situação. O povo vibra com o Michel Teló! Os profissionais de amanhã tem como grande prioridade e motivo de luta poder fumar um beck na facu, com direito a barricada e tudo! ESSE é seu país. Num cenário desse, além de direito inalienável, é consequência natural que as pessoas NÃO tenham um padrão intelectual como o meu, o seu e do provável leitor disso, que se interessa em pesquisar de forma culturalmente independente e autônoma, ativa, manifestações artísticas que o agradem. Minha banda favorita é o Fates Warning. Somos estrangeiros sim no nosso próprio país porque o Daniel Junior tem razão: o Brasil NÃO é o país do metal!

    – isso também é resultado da overdose de informação, fragmentação do fluxo cognitivo humano e “Multitarefização” (cabei de inventar) da mente humana: cada vez menos gente nova hoje em dia está afim de dedicar muito tempo a UM fluxo informativo, a UM canal cognitivo – seja ele a “cena” metal do Brasil ou as recentes conquistas da NASA – por um mero viés recreativo com profundidade. Esses processos tornam, para essa geração nova, a recreação em si um processo muito mais superficial, fragmentado, fugaz, turbinado JUSTAMENTE pelo excesso de oferta de informação. No passado nós gostávamos de pegar aquele vinil arduamente conquistado e ler cada agradecimento dos caras da banda no encarte, observar detalhes da capa, eu lembro até do CHEIRO de alguns vinis que tinha. Hoje em dia, cada segundo de atenção é um tweet, é um clip novo no Youtube, é uma rede social nova que preciso aprender a mexer. O processo do conhecimento ESTÁ se fragmentando em todos os níveis e o que você experimenta agora, meu caro, é uma consequência disso: a informação com menos valor agregado atinge menos um conjunto cada vez maior de mentes superficiais e fugazes.

    E eu lamento que isso se traduza no fim de uma estrutura com a qual você tem uma ligação emocional, financeira e conceitual tão forte, caro Falaschi. O pior evento da história para os condutores de charretes foi a invenção do automóvel. Nesse exato momento, sua charrete está se desmontando.

    E isso não é CULPA de ninguém – até porque você ameaça os “maus” fãs de metal com o fim da “porra da cena”. Uai, se eles cagam para a “cena”, seriam os primeiros a estarem totalmente indiferentes a esse trágico evento!

    Abraços e desculpem se falei alguma besteira.

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100002504307316 lucilene

    é isso mesmo edu *-*

  • Kev

    Caras, acredito que o Edu tem razão! Ele tava de cabeça quente na hora da entrevista. Acho que a Rock Express se equivocou em entrevistá-lo neste momento, mas, apesar de tudo, foi bom ouvir essas palavras do Edu. Verdade absoluta que os fãs chupam o pau de Iron Maiden, Metallica,, Guns ‘n Roses, Bon Jovi e outras porcarias internacionais, sim, PORCARIAS, porque Angra, Sepultura, Andre Mattos e, principalmente, o Almah, são muito MELHORES que essas tranqueiras, em termos de composição e autenticidade.
    Força Edu! Farei o possível para estar no show do Almah em Piracicaba em 17/12. Tô louco pra assistir o show desde que ouvi o cd novo, que vou comprar em breve. Aliás, faz tempo que não vejo bandas em Limeira, minha cidade.
    Abraço a todos!

  • http://www.myspace.com/lethalfear Rodrigo Bortoletto

    Só quem tem banda que compõe e trampa sério entende realmente a angústia do Edu.
    Faço parte de uma banda e nosso "debut" teve notas mais altas que bons álbuns de bandas consagradas e das quais eu sou muito fã e já fui em vários shows e é osso ver a galera não prestigiando a banda!
    Concordo como muito que foi dito; falta trabalhar nome, marca, etc… Mas pra isso gasta-se muito, mas muito dinheiro.
    E como não somos filhos do Eike Batista é feito uma pesquisa de mercado e os resultados são sempre desanimadores…
    Eu nem acho – para falar a verdade – que o grande mal está nos show gringos, independente se a banda atravessa grande fase ou se veio aqui ganhar uma grana fácil, eu ainda acho PIOR as bandas autorais nacionais perderem dia após dia espaço para bandas cover das bandas gringas! Isso é fim da picada!
    Ao menos quando o cara paga 100, 200 ou 300 ele paga para ver o CARA DE VERDADE tocando a SUA OBRA!
    O que me emputece é ver um Iron Maiden cover de 5a. categoria levando 300/400 pessoas num bar e um festival com 3, 4 ou 5 bandas nacionais não conseguirem levar 80!

    Quando comecei a ouvir metal e frequentar shows os cartazes comprovam minha teoria: as bandas cover abriam os shows das bandas independentes autorais. Hoje isso se inverteu! E pior: as bandas autorais geralmente montam bandas cover para gerar receita e nisso caem na armadilha de não conseguirem mais tempo (ou saco mesmo) para se dedicarem ao projeto autoral, afinal, pensam: "porque investir tanto numa coisa que ninguém vai pagar pra ver? Foda-se, vamos tocar com o cover, fazer uma grana e levar a vida"

    Já cheguei ao absurdo de ouvir de um organizador que ele não tinha R$ 300,00 para bancar nosso cachê (isso porque nossas despesas de locomoção seriam tiradas desse cachê) porque ia pagar R$ 1.200,00 para uma banda cover do Guns N' Roses!!!!
    Não é de chorar de desânimo?

    O Paul DiAnno fez um show numa cidade aqui perto e por íncrivel que pareça tiveram a coragem de botar um AC/DC cover pra fechar a noite!!!

    É piada de mal gosto!

    Paga-se R$ 20,00 de entrada para ver um show do Metallica cover e tem gente que chora no Facebook porque acha uma absurdo pagar R$ 15,00 por 5 (CINCO) ÓTIMAS bandas num festival underground!

    Sério, eu LI isso!

    E nem acho que a generalização nesse caso é tão equívocada assim. Generalizar não é Totalizar! Quer dizer que por regra isso acontece mas toda regra tem sua excesão.Assim como ele falou sobre o público do Nordeste (talvez sua memória mais recente) ainda existem outros Estados ou até cidades que apoiam sim o estilo. Mas de fato, é muito, mas muito pouco mesmo!
    A banda da qual faço parte há 13 anos adotou a política do "Foda-se" faz tempo. Tocamos por que gostamos e trabalhamos em outras atividades para tirar o sustento. Isso é ruim do ponto de vista artístico e do quanto poderíamos ser muito mais. Mas não temos grana e temos outras responsabilidades. Seria bacana que as bandas ao menos conseguissem se auto sustentar, assim como muitas bandas gringas fazem. Direto lemos declarações de artístas que tratamos como "grandes" aqui falarem que têm outras fontes de renda. O que muda é que a receita que a banda gera possibilita que ela continue a existir ao passo que aqui no Brasil elas depender da injeção de investimento externo para gerar material.

    Dou apoio a tudo que o Edu disse.

    Concordo com o que muita gente está falando: não é porque é do Brasil que automaticamente devemos comprar e apoiar!

    Não, absolutamente! Mas que há sim um disparate e um preconceito pelo que é feito aqui, isso há!

    O Sonata Artica é muito mais valorizado que o Almah, Shaman, e Hangar por exemplo! E vai falar que é melhor? É uma bosta! Puta clone vagabundo de Stratovarius! Mas é finlândes, então, é melhor!

    Gostar ou não gostar do Almah é da cada um. Eu não gosto do Edu Falaschi como vocalista e não gosto do Almah. Não me sinto na obrigação de comprar o CD dele. Mas daí a tirar a razão do seu manifesto por gosto pessoal são outros quinhentos!

    E tem mais; só se ofendeu com o que ele falou quem pratica o que ele criticou e essa galera eu acho mesmo que tem MAIS É QUE SE FODER!

    Abraço a todos!

    Rodrigo Bortoletto
    Lethal Fear

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100002187143138 Crisrnr Pinto Barbosa

    Isso aew camila falou tudo aqui na minha cidade mesmo é lotado de poser falando que curte iron maiden ozzy,todos os tipos de rock que existem e vão em show de justin bieber restar,natruts sei la como escreve, enquanto esses bandos de pozers filhos de puta não morrerem o rock n roll brasileiro será sempre essa merda ai que é, o povo não tem cultura…. E eu apoio 100% a declaração dele…E todos pozers tem que se fuderem mesmo

  • Camila

    Tem muita gente que paga de metaleiro indo em tudo que é show gringo mas na verdade é um puta poser, conhece todas as bandas internacionais de metal mas não conhece Raimundos direito, por exemplo. Pelo amor…. Tem que ir à merda mesmo, esse povo que se quer conhece, pelo menos CONHECE, a cena do rock NACIONAL, não merece respeito!

  • Ricardo Pereira

    Acho que a reclamação do Edu é verdadeira e honesta, mas a forma errada, afinal ofender as pessoas não vai ajudar a cena do metal nacional. Mesmo nos tempo em que eu frequentava a Led Slay a fofinho a cena já era assim e penso que era muito mais díficil e surgiram ótimas bandas como o Stress, o Harppia, o Centúrias, o Dorsal Atlântica, o Vulcano, o Korzus e outras que provavelmente eu esqueci de mencionar, além do Sepultura, Viper e Angra. Mesmo naquele período tínhamos problemas com o metal nacional e acredito que os problemas eram piores, pois não existia sequer a Internet para ajudar na divulgação. Eu tenho mais de 40 anos, me casei, tenho duas filhas, trabalho como um fdp todos os dias, 12, 13 hs e as vezes 15, 16 hs por dia e tenho outras prioridades que me impedem de ter o contato que tinha quando era mais jovem e não tinha tantas reponsabilidades, me incomodou as palavras do Edu, pois me senti inserido no contexto das pessoas que curtem metal e não vão aos show, realmente hoje em dia eu não procuro conhecer novas bandas além das bandas que curto LONG TIME AGO, peço desculpas por não conhecer os sons das bandas que ele mencionou, mas gostaria de fazer algumas perguntas que se alguém puder enviar para ele pelo menos pensar, seria bem legal, são elas:
    – As bandas da cena metal nacional são tão conhecidas no meio assim?
    – Qual o meio que estas bandas estão utilizando para divulgação de suas marcas?
    – O Brasil é o único lugar para promover os sons destas bandas, visto que hoje em dia temos a Internet que pode levar o som para outros países?
    – Se a divulgação dos shows não esta dando o retorno necessário, será a forma de divulgação esta correta?
    – As pessoas curtem os espaços onde os shows são realizados?

    Sei lá estas são apenas algumas perguntas que pensei, podem estar totalmente fora da realidade, mas o meu objetivo é tentar ajudar de alguma forma, pois me preocupa muito qdo um ícone do metal nacional diz que a cena metálica nacional esta morta.

    Também não quero ser o dono da razão, o que quero mesmo é que todos nós que gostamos do metal, parem e pensem em formas para ajudar o metal nacional a ganhar força, pois como o próprio Edu disse, existem muitos músicos talentosos e seria uma pena que eles simplesmente não tocassem mais.

    Grande Abraço a todos.

    Ricardo

  • Simone

    Faltou falar ainda do Caravellus que nem CD tem pra vender aqui, tem que encomendar. Brasileira também. Faltou falar de um monte delas, Tuatha de Danann, Necromancia, Soulspell, aff, tem um monte… que pena! É foda

  • Vini

    Na minha opinião ele generalizou e foi infeliz. Tem razão de muita coisa, mas querer “comparar” e dizer que pagamos pau pra bandas gringas e viveremos sempre indo aos mesmos shows (Maiden, AC/DC.. etc.) … realmente vamos em shows de bandas conceituadas pq é bom demais e não por status.

    Ele tinha que falar menos e cantar MUIIITO mas Muuuuuito mais pois não tem credibilidade alguma no cenário.

    Um profissional xingar, ofender os fãs… ele é um BOSTA. Se ele acha que o metal nacional morreu, tenha ctz que ele foi um dos que ajudou a matar!

  • Carlos

    DOBRE A LÍNGUA PRA FALAR DE MAIDEN OU AC/DC!!! SE NÃO FOSSEM ELES, VC NEM EXISTIRIA!

    A música brasileira sofre dessa síndrome há décadas. Sempre precisou de um ‘clubinho fechado’ pra ter qq relevância artística. Veja a MPB, ou o rock nacional, cheio de ‘covers aportuguesados’ de bandas gringas. Uma vergonha! Estamos começando a nos levantar para uma relevância mundial, e ele vem falar de ‘prestigiar’? Seja tão precursor e bom qto os ‘deuses’ do metal e aí sim vc verá gente em seus shows.

    babaca!

  • Thiagookiss

    Edu agiu por impulso, claro que ele exagerou em agumas coisas… claro que sempre vamos lotar nossos “Heróis” (ACDC, MAIDEN, KISS, METALLICA, etc), mas que há uma desvalorização absurda com tudo que é Brasileiro, isso é FATO! Da mesma forma que a arrogância de vários desses músicos é algo IMPRESSIONANTE (nem vou citar nomes, mas já trocou idéia com alguns desses músicos, sabem o que tô falando). As bandas gringas vem aqui e lotam seus shows? Nem sempre, como o próprio Edu disse, o Machine Head não lotou, o Queendryche tb não… enfim… cansa também, ver todo fim de semana o Angra, o Almah, o Sepultura.. eu sou de Maceió e só o Angra já vi 3 vezes… porra, sério mesmo, não vou assisti-los de novo a não ser que lancem algo excepcional (lembrando que falo no Angra, só pra dar esse exemplo), já o ACDC, sabe qts vezes eu vi? NENHUMA… e aí? Quem será que terá prioridade na minha lista? rs Sou um colecionador de cd’s, tenho diversas discografias e valorizo muito isso… mas nada de ter que comprar qualquer bomba só por ser nacional… Não curto trash, só por serem do brasil tenho que ter a discografia do Sepultura? nem fodendo… no máximo alguma coletânia, ou ao vivo e olhe lá. E só lembrando que não é só o metal que está em baixa, é a indústria da música que FALIU! Não conseguiu caminhar com a internet, diferente do CINEMA, que lançou o BLU-RAY, o 3D e vários dispositivos que atraem mais que um um simples download de um filme qualquer. O preço dos cd’s aqui é outra coisa que não consigo compreender… compro um cd do EXTREME vindo direto dos EUA por 5 Dólares (frete incluso), aqui… por baixo 30 reais… Só pra resumir esse monte de coisa maluca que digitei: “O QUE É BOM, MERECE SER VALORIZADO, INDEPENDENTE DA NACIONALIDADE!”

  • Mauro Galvão

    Felipe Pepe falou tudo! Edu Fiasco falando merda, eu não tenho nada contra o estilo metal melódico, mas pô depois de muito tempo fui ouvir essa banda dele, o Almah. Meu Deus que banda ruim. 100, 200 pessoas foi muito e não tem nada a ver culpar os fãs por isso, fora a divulgação de merda, os caras esperam o que? “Ah chamamos ex. o Primal Fear, pronto agora que se virem para descobrir as datas dos shows…”

  • http://www.rsfdesign.xpg.com.br Rodrigo

    Faço as palavras do Edu as minhas… É a pura verdade… todo mundo lota show gringo, e os shows das bandas brazukas não vão ninguém… É muito foda mesmo… um triste realidade.

  • Felipe Pepe

    Aí que tá…Almah, Shaman, Hibria, Hangar, são elas próprias “as queridinhas da mídia”, a panelinha da Roadie Crew. É ridiculo o ego dessa galera, q lança trabalhos medianos e quer ser tratado como herói nacional!

    O que “matou a cena” foi o monopólio de uns empresários que sufocaram todos os estilos pra jogar esse Power Metal genérico goela abaixo da galera. Isso acabou, agora com internet o pessoal sabe q o trabalho divulgado aqui é mediocre! Lá fora essas bandas são tratadas como secundárias e medianas tbm, pq é isso que são e ponto, foda-se se vem de São Paulo ou de Londres.

    Agora o pior de tudo é dizer q fã brasiliero tem o DEVER de sustentar e apoiar bandas nacionais…faz o favor, daqui a poco vão pedir pra Dilma criar o “Bolsa-banda” tbm…

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=1245516768 Érica Ara&uac

    Polêmica a declaração? Óbvio. Cheia de verdades? Também.

    Mas também, cheia de enganos e de prepotência.

    O primeiro engano é a classificação de Sepultura e Angra como as únicas bandas relevantes brasileiras, ou as únicas que façam metal. É querer ignorar a Overdose – que fez história: começou ao mesmo tempo que Sepultura, fez muito sucesso, mas acabou. É ignorar outras também como Sarcófago que é considerada por muitos co-fundadora do Black Metal junto com o Venom. Há ainda outras que estão na ativa em Minas, que não deixam a desejar: Chakal, Witchhammer, Concreto, Cartoon (bandas que vão do rock and roll ao metal – incluindo suas vertentes como o thrash).

    O segundo engano é colocar todo o público fora do nordeste no mesmo saco. Por exemplo, em Minas, especialmente na cidade onde moro (Conselheiro Lafaiete), há festivais e eventos que prestigiam bandas locais e do cenário metal nacional, com público que beira 400 pessoas em, pelo menos, 3 edições anuais. Então, se o público de algumas cidades não está satisfatório, ou não prestigia ou não vai a eventos e shows, o artista deve abrir os olhos para outros públicos, de outras localidades, de outros estados. Nenhuma das bandas – seja de Minas, seja de fora, que tocou nos festivais organizados pela Sabazinho Produções tem o que reclamar do nosso público de Lafaiete, por exemplo. Aqui, prestigiamos as bandas que gostamos, vamos a seus shows, compramos seus CDs originais, suas camisas e ajudamos a sustentar a sua arte.

    Mas, é claro que também vamos aos shows do exterior – são músicos que amamos desde pequenos como AC/DC, Judas Priest, etc. Isto não faz a mim nem ao pessoal daqui preconceituoso e nem paga-pau de gringo. Simplesmente vamos aos shows de quem gostamos – seja de fora, seja do Brasil.

    Porém, há que se dizer que é uma grande verdade o fato de que a música passa por um momento de transição onde artistas de todos os estilos passam por dificuldades. E que, realmente, a contra-partida de o artista oferecer trabalho de qualidade é o público sustentá-lo pagando por sua arte – seja em shows ou na forma de CDs, DVDs, etc. Aí, chega-se no impasse do gosto pessoal – afinal, eu pago por aquilo que gosto e nada mais.

    Enfim, se o Edu ou qualquer outro ou qualquer banda que tocou em festivais ou eventos sem público, venha tocar em Minas, mais especificamente em Lafaiete. O público aqui é fiel e prestigia – desde que o som oferecido esteja a altura, é claro. Alguns músicosd e Metal do Brasil estão precisando aprender a "botar a viola no saco" e apostar em "outras freguesias".

  • http://epitaphheavymetal.blogspot.com cesarfive

    As palavras de Edu, apesar de duras, foram sábias. Não somente o metal, mas a música em geral estão desabando como um castelo de cartas…gravadoras,bandas,promotores de shows,casas de shows,lojas de cds,revistas impressas aos poucos estão desaparecendo graças a geração internet que se acostumou em baixar tudo..de cds, shows,filmes e etc sentados em casa e acostumando-se a não ir a shows e comprar material oficial das bandas, além de ficar somente em volta de meia dúzias de bandas confirmadas e queridinhas da dita "mídia especializada" e achando que a internet ajuda a divulgar banda nova. Na minha opinião, somente as bandas grandes e já estabelecidas sobreviverão, e as novas morrerão antes de conhecer o sucesso, pois sem apoio de público, midia,shows e venda de material oficial, não tem como uma banda crescer e sobreviver futuramente.Não adianta dizer que "baixou"a banda e achou legal…isso não paga o tempo e investimento que uma banda faz.

    • http://www.facebook.com/profile.php?id=635452159 João Renato Nobrega

      discordo meu caro, a internet é livre; para se tocar em rádio tem de pagar milhões por mes em jabá, para aparecer na tv, tem de pagar para isto. há várias bandas novas que fazem sucesso pela internet pois não precisam gastar com estúdios, gráficas, distribuidoras de discos, jabá, fazer tiragens de discos para ficar encalhados em casa;
      a internet divulga, mas é muita gente ao mesmo tempo, antigamente você ia na loja de disco e tinha digamos centenas de opções, com a internet temos milhões de opções.

      nos anos 60, muito artista brasileiro lucrava horrores com versões de musicas gringas, pois estas musicas gringas não vinham para cá tão cedo, tanto que a versão de hey jude de Kiko Zambianchi, ficou mais famosa que a dos beatles (que chegou à nós bem depois)

      hoje quem está na internet pega musicas que fazem sucesso no japão, na alemanha, na espanha, fora músicas de todas as décadas, diferente da lojinha de disco que poucos anos depois de lançado, o disco sai de catálogo.

      os artistas é que devem se adaptar ao publico, não o contrário.

      • Edu Lawless

        Obrigado pelos comentários!
        Bom falar sobre filmes e rock é ótimo eu curto muito isso!
        De qualquer forma sua sugestão já é uma pauta fixa para mim, inclusive falando tbém sobre seriados e tudo mais.
        Eu já fiz um programa que deixo as dicas de um clips relacionando a filmes, falando inclusive sobre o Rock Star, também falei sobre Trick or Treat (Dia das Bruxas Macabro), se não me engano é o programa 3… confere na nossa pagina da WebTV e me diz o que vc achou.
        Espero que curtam!
        Abçs