Chris Slade em São Paulo, Live 21 de Dezembro

Numa Sexta-Feira mais do que especial, tivemos o mundo todo comentando sobre o mesmo assunto: o dia 21 de Dezembro de 2012 seria mesmo a data do fim do mundo? Mesmo após sucessivas previsões anteriores frustradas, dessa vez, parecia que essa era pra valer, pois coincidia com o fim do calendário da civilização Maia e a hipótese levantada era que os Maias sabiam que nessa data aconteceria o fim do mundo. E nada melhor do que esperar o fim do mundo no Blackmore Rock Bar, na capital paulista, ouvindo um Rock ‘n’ Roll de altíssima voltagem com o mestre Chris Slade, ex-baterista da banda AC/DC.

 

Por Klemer Santiago / Fotos Edu Lawless

 

Após a meia noite, virou o dia e nada de apocalipse! Hahahah… Não morremos! Ufa! Agora o jeito era comemorar que o mundo não acabou!

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Chris Slade subiu ao palco com sua banda de apoio a Rising Power de Campinas, cover de AC/DC que contava com Fabiano Drudi do Slippery nos vocais e Vulcano do Hellish War na guitarra, e foram recebidos com muitos aplausos. Chris, demonstrando muita alegria, humildade e simpatia, fez questão de agradecer a presença de todos e sem demoras fez a contagem para tocar “Dirty Deeds Done Dirty Cheap”. O público animadíssimo pulava e cantava ensandecido! Em seguida, eles mandaram “Shot Down in Flames” e “Girls Got Rhythm” incendiando ainda mais a galera, até mandarem a clássica “Back In Black”, onde vimos todo o público enlouquecer! Cena linda de se presenciar! Apesar do som estar evidenciando mais a bateria, pudemos perceber que a banda de apoio estava fazendo um ótimo trabalho, executando com perfeição.

Chris brincou com a galera, utilizando a saudação: “Oi!” e usou de forma muito criativa o “Oi” até entrar no ritmo e chamar a música “T.N.T”, o que agradou a todos.

 

E dai pra frente foi clássico seguido de clássico, “Moneytalks”, “Hells Bells” e era evidente a técnica apurada de Chris, que brincava fazendo caretas, cantava sempre empolgadíssimo a todas as músicas e ao final delas fazia sempre um improviso fulminante.

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Após a execução de “You Shook Me All Night Long”, a banda de apoio saiu do palco e Chris Slade fez um solo de bateria que deixou todos de queixo caído e demonstrou o monstro na bateria que ele é e o porquê que ele é mundialmente famoso, já tendo tocado com gigantes do Rock ‘n’Roll como Jimmi Page, David Gilmour entre outros.

 

Ao final de seu solo, Chris conversou com o público, arriscando algumas palavras em português e a banda voltou ao palco para a execução da música que mais agitou o público, a “Thunderstruck”.

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Ainda tivemos uma excelente surpresa, quando a banda convidou a vocalista Cynthia Mara, da banda Pleiades, para cantar a música “Highway to Hell” e ela “quebrou tudo” numa performance de palco arrasadora e eletrizante.

Foi anunciado que eles tocariam a última música e após a grandiosa “Let there be Rock” o público parecia insaciável, porém após mais agradecimentos de um sorridente Chris Slade e de saudar o público abraçado junto à banda, todos aplaudiram fortemente e ficaram extremamente satisfeitos com a excelente e divertida apresentação.

 

Setlist

DSC_0598Dirty Deeds Done Dirt Cheap

Shot Down In Flames

Girls Got Rhythm

Back In Black

T.N.T.

Moneytalks

Hell Ain’t Bad Place To Be

Hells Bells

You Shook Me All Night Long

Chris Slade – Solo de bateria

Thunderstruck

Riff Raff

High Voltage

Whole Lotta Rosie

Highway To Hell

Let There Be Rock

 

Galeria de Fotos

Agradecimentos ao Bar Blackmore e a Produtora responsável pelo evento e a The Ultimate Music Press pelo suporte a todo espetáculo.

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